A cerimônia oficial de transmissão do cargo de chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia foi realizada nesta quinta-feira (21/8), no Auditório Irineu Cabral, na Sede da Empresa, em Brasília (DF). Ricardo Alamino Figueiredo assumiu a função no lugar de Priscila Grynberg, que estava à frente da gestão interina da Unidade. O evento reuniu autoridades federais e distritais, dirigentes da Embrapa, representantes de universidades, organismos internacionais, associações do setor agropecuário, sindicato e empregados do Centro de Pesquisa. Estiveram presentes os deputados federais pelo Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) e Érica Kokay (PP). A presidente da Empresa, Silvia Massruhá, e as diretoras Selma Beltrão e Ana Euler também compuseram o dispositivo da cerimônia de transmissão do cargo. Balanço Em seu discurso de despedida, Priscila destacou os desafios de conduzir uma gestão interina sem planejamento prévio, em um momento de clima organizacional fragilizado. Apesar disso, ressaltou que a coesão da equipe permitiu avanços significativos. Entre as conquistas, citou a retomada dos Workshops de Pesquisa e Desenvolvimento, a realização do Talento Estudantil, a celebração dos 50 anos da Unidade, em 2024, a assinatura de acordos de cooperação técnica, o reforço da comunicação interna e a organização de confraternizações entre os empregados. Ela também lembrou o lançamento de três bioinsumos no mercado brasileiro e a recuperação do Caminho Sustentável, espaço de integração com a comunidade. “Foi um período de aprendizado intenso, marcado por decisões estratégicas e pelo fortalecimento do espírito de comunidade. Saio com a convicção de que deixamos o Cenargen preparado para os próximos desafios”, afirmou. Compromissos Ao assumir o cargo, Alamino enfatizou que sua gestão será orientada pela valorização das pessoas, pela inovação científica e tecnológica e pela integração entre ciência e sociedade. “Vivemos um período de rápidas transformações, com pressões geopolíticas, mudanças climáticas e insegurança alimentar. O papel da pesquisa agropecuária é fundamental para garantir sustentabilidade, alimentos seguros e rastreáveis, além de soluções inovadoras que mantenham o Brasil na liderança da agricultura tropical”, destacou. Ele defendeu uma gestão mais humana e participativa, baseada no diálogo e na valorização dos talentos internos, mas também mais ousada na busca por resultados de impacto. “Queremos uma Embrapa capaz de responder com agilidade aos desafios da sociedade. Para isso, vamos investir em transformação digital, em integração entre as ciências ômicas, na edição gênica e em novas tecnologias de inteligência artificial aplicadas à agropecuária”, explicou. Alamino apresentou oficialmente os novos chefes-adjuntos do Centro: João Henrique Moreira Viana – Pesquisa e Desenvolvimento; Sílvia Onoyama Mori – Transferência de Tecnologia; e Leonardo Nunes Fonseca – Administração. O chefe-geral ressaltou ainda que a Unidade tem papel estratégico na conservação e uso sustentável do patrimônio genético do Brasil, além de contribuir para a segurança biológica. “Somos guardiões de um dos maiores acervos de recursos genéticos do mundo. Cabe a nós proteger essa riqueza, transformá-la em conhecimento e em soluções concretas para agricultores familiares, comunidades tradicionais e para o agronegócio de ponta”, disse. Para Alamino, os próximos 50 anos do Cenargen não serão construídos por uma pessoa ou uma gestão, mas pelo esforço de todos. “Sonho que se sonha só é apenas um sonho; sonho que se sonha junto vira realidade. É hora de unirmos forças para transformar a ciência em benefícios diretos para a sociedade brasileira.” Coração da Embrapa Em sua fala, o deputado federal Rodrigo Rollemberg classificou a Unidade como o “coração da Embrapa”, por abrigar o maior banco de germoplasma da agricultura tropical. “O Brasil tem a maior biodiversidade do planeta. Não faria sentido não sermos autoridade internacional depositária de microrganismos. E não haveria lugar mais apropriado para sediar essa responsabilidade do que na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia”, enfatizou. Rollemberg falou dos recursos destinados à Empresa com apoio da bancada do Distrito Federal e lembrou a importância do Cerrado como fonte de genes adaptados às mudanças climáticas. “Esse é um dos maiores laboratórios naturais do mundo. Cabe à Embrapa transformar essa riqueza em soluções para uma agricultura mais sustentável e resiliente”, concluiu. Resistência A deputada Érica Kokay ressaltou a resistência da Embrapa diante de períodos de cortes orçamentários e questionamentos à ciência. Para ela, a instituição se consolidou como um patrimônio nacional. “A Embrapa resistiu a todos os ataques porque está enraizada no coração do povo brasileiro. Defender a Embrapa é defender a democracia, a soberania nacional e o direito à alimentação. Esta instituição é fundamental para garantir um Brasil saudável, sustentável e solidário”, declarou. Kokay relatou a emoção vivida com empregados da Embrapa. “Vi lágrimas de cientistas que, mesmo em momentos difíceis, nunca desistiram. São lágrimas de amor e dedicação, que traduzem o compromisso de cada trabalhador da Embrapa com o futuro do País”, finalizou. Pilar do futuro A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, comentou sobre o papel estratégico do Cenargen na conservação de recursos genéticos e na biotecnologia aplicada à agricultura tropical. “Vivemos um período de grandes transformações: mudanças climáticas, transições nutricionais e novas demandas por alimentos seguros e rastreáveis. A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia é vital porque guarda e multiplica o patrimônio genético do Brasil, mas também porque projeta o futuro com inovação em biotecnologia e sustentabilidade”, afirmou. Silvia reforçou que a Unidade tem potencial para se tornar referência não apenas no Brasil, mas no cenário global. “Estamos diante de um contexto em que a sociedade exige soluções rápidas e responsáveis. A pesquisa desenvolvida pelo Cenargen não é apenas estratégica para o País; é fundamental para o mundo. A Unidade tem capacidade de transformar biodiversidade em conhecimento, e conhecimento em inovação sustentável, apoiando tanto a agricultura empresarial quanto os agricultores familiares e povos tradicionais”, frisou. A presidente também ressaltou a necessidade de ampliar a cooperação entre Centros de Pesquisa da Embrapa e com instituições internacionais. “Os desafios que enfrentamos não podem ser resolvidos isoladamente. Precisamos fortalecer redes de pesquisa, compartilhar dados, tecnologias e resultados. Essa é a chave para mostrar ao mundo que a agricultura tropical brasileira é sustentável, competitiva e socialmente responsável”, completou. Conheça os novos gestores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia: Ricardo Alamino Figueiredo é pesquisador da Embrapa desde 2005. Foi assessor da Presidência da Empresa de 2006 a 2008 e, desde 2009, é pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. Médico-veterinário formado pela Universidade Estadual de Londrina (1987), é mestre em Farmacologia (1996), doutor em Medicina Veterinária pela UNESP (2002), além de cientista visitante no Departamento de Ciências Animais e de Alimentos da Universidade do Kentucky (Lexington-KY, EUA), na área de Pecuária de Precisão aplicada à Produção e Reprodução Animal, de 2018 a 2019. Atuou como professor de Fisiologia Veterinária e Humana na Universidade de Marília entre 1990 e 2005. Também foi presidente do Comitê Gestor da Fazenda Sucupira (2012–2015), membro titular do Conselho Superior da FAP-DF e presidente da APEG-DF (2015–2018). João Henrique Moreira Viana é pesquisador da Embrapa desde 2001. Graduado em Medicina Veterinária (UFV, 1992), mestre em Zootecnia (UFV, 1995) e doutor em Ciência Animal (UFMG, 2002), realizou pós-doutorado como cientista visitante no Manchester Institute of Biotechnology, na Inglaterra (2016). Atua como orientador nos programas de Pós-Graduação em Biologia Animal da UnB e em Reprodução, Sanidade e Bem-Estar Animal da Unifenas, além de ser consultor ad hoc do CNPq e da Capes. Tem experiência em liderança e cooperação científica internacional, tendo integrado o Health and Safety Advisory Committee e a IETS Foundation. Atualmente, é membro do Board of Governors da IETS, vice-coordenador da Rede Brasileira de Reprodução Animal (ReBran) e vice-líder do Projeto CNPq INCT em Reprodução Animal. Sílvia Satiko Onoyama Mori é pesquisadora da Embrapa desde 2007, com formação em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal de Viçosa (2002) e graduação sanduíche pela Rutgers University (1999–2000). Possui especialização em Marketing pela Fundação Dom Cabral (2004), mestrado em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais (2006) e doutorado em Administração pela Universidade de Brasília (2018). Atua na interface entre gestão, inovação e agronegócio, com experiência em cooperação internacional, desenvolvimento de novos produtos, gestão estratégica, prospecção tecnológica e mercadologia. No Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, coordenou programas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e liderou o Ater Digital, voltado ao uso de ferramentas digitais para ampliar o alcance e a eficiência das ações no campo. Leonardo Nunes Fonseca é analista da Embrapa desde 2008, com graduação em Ciências Biológicas (bacharelado e licenciatura) pela Universidade Federal de Uberlândia e mestrado em Ciências Genômicas e Biotecnologia pela Universidade Católica de Brasília, com foco em diagnóstico molecular, clonagem e sequenciamento de Potivirus. Possui experiência acadêmica como professor adjunto na Universidade Vale do Rio Doce (MG), no Centro Universitário de Desenvolvimento do Centro-Oeste (GO), na União Educacional do Planalto Central (DF) e no Colégio Ceub (DF), atuando nas áreas de genética, biologia molecular, biotecnologia e citogenética ambiental. Na Embrapa, trabalhou com genotipagem por marcadores SSR, foi responsável pelo Laboratório de Interação Planta–Praga 3, supervisor do Setor de Gestão de Laboratórios e membro do Escritório de Projetos. Atualmente, é supervisor do Escritório de Projetos da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.
A cerimônia oficial de transmissão do cargo de chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia foi realizada nesta quinta-feira (21/8), no Auditório Irineu Cabral, na Sede da Empresa, em Brasília (DF). Ricardo Alamino Figueiredo assumiu a função no lugar de Priscila Grynberg, que estava à frente da gestão interina da Unidade.
O evento reuniu autoridades federais e distritais, dirigentes da Embrapa, representantes de universidades, organismos internacionais, associações do setor agropecuário, sindicato e empregados do Centro de Pesquisa. Estiveram presentes os deputados federais pelo Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) e Érica Kokay (PP). A presidente da Empresa, Silvia Massruhá, e as diretoras Selma Beltrão e Ana Euler também compuseram o dispositivo da cerimônia de transmissão do cargo.
Balanço
Em seu discurso de despedida, Priscila destacou os desafios de conduzir uma gestão interina sem planejamento prévio, em um momento de clima organizacional fragilizado. Apesar disso, ressaltou que a coesão da equipe permitiu avanços significativos.
Entre as conquistas, citou a retomada dos Workshops de Pesquisa e Desenvolvimento, a realização do Talento Estudantil, a celebração dos 50 anos da Unidade, em 2024, a assinatura de acordos de cooperação técnica, o reforço da comunicação interna e a organização de confraternizações entre os empregados.
Ela também lembrou o lançamento de três bioinsumos no mercado brasileiro e a recuperação do Caminho Sustentável, espaço de integração com a comunidade. “Foi um período de aprendizado intenso, marcado por decisões estratégicas e pelo fortalecimento do espírito de comunidade. Saio com a convicção de que deixamos o Cenargen preparado para os próximos desafios”, afirmou.
Compromissos
Ao assumir o cargo, Alamino enfatizou que sua gestão será orientada pela valorização das pessoas, pela inovação científica e tecnológica e pela integração entre ciência e sociedade.
“Vivemos um período de rápidas transformações, com pressões geopolíticas, mudanças climáticas e insegurança alimentar. O papel da pesquisa agropecuária é fundamental para garantir sustentabilidade, alimentos seguros e rastreáveis, além de soluções inovadoras que mantenham o Brasil na liderança da agricultura tropical”, destacou.
Ele defendeu uma gestão mais humana e participativa, baseada no diálogo e na valorização dos talentos internos, mas também mais ousada na busca por resultados de impacto. “Queremos uma Embrapa capaz de responder com agilidade aos desafios da sociedade. Para isso, vamos investir em transformação digital, em integração entre as ciências ômicas, na edição gênica e em novas tecnologias de inteligência artificial aplicadas à agropecuária”, explicou.
Alamino apresentou oficialmente os novos chefes-adjuntos do Centro: João Henrique Moreira Viana – Pesquisa e Desenvolvimento; Sílvia Onoyama Mori – Transferência de Tecnologia; e Leonardo Nunes Fonseca – Administração.
O chefe-geral ressaltou ainda que a Unidade tem papel estratégico na conservação e uso sustentável do patrimônio genético do Brasil, além de contribuir para a segurança biológica. “Somos guardiões de um dos maiores acervos de recursos genéticos do mundo. Cabe a nós proteger essa riqueza, transformá-la em conhecimento e em soluções concretas para agricultores familiares, comunidades tradicionais e para o agronegócio de ponta”, disse.
Para Alamino, os próximos 50 anos do Cenargen não serão construídos por uma pessoa ou uma gestão, mas pelo esforço de todos. “Sonho que se sonha só é apenas um sonho; sonho que se sonha junto vira realidade. É hora de unirmos forças para transformar a ciência em benefícios diretos para a sociedade brasileira.”
Coração da Embrapa
Em sua fala, o deputado federal Rodrigo Rollemberg classificou a Unidade como o “coração da Embrapa”, por abrigar o maior banco de germoplasma da agricultura tropical.
“O Brasil tem a maior biodiversidade do planeta. Não faria sentido não sermos autoridade internacional depositária de microrganismos. E não haveria lugar mais apropriado para sediar essa responsabilidade do que na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia”, enfatizou.
Rollemberg falou dos recursos destinados à Empresa com apoio da bancada do Distrito Federal e lembrou a importância do Cerrado como fonte de genes adaptados às mudanças climáticas. “Esse é um dos maiores laboratórios naturais do mundo. Cabe à Embrapa transformar essa riqueza em soluções para uma agricultura mais sustentável e resiliente”, concluiu.
Resistência
A deputada Érica Kokay ressaltou a resistência da Embrapa diante de períodos de cortes orçamentários e questionamentos à ciência. Para ela, a instituição se consolidou como um patrimônio nacional.
“A Embrapa resistiu a todos os ataques porque está enraizada no coração do povo brasileiro. Defender a Embrapa é defender a democracia, a soberania nacional e o direito à alimentação. Esta instituição é fundamental para garantir um Brasil saudável, sustentável e solidário”, declarou.
Kokay relatou a emoção vivida com empregados da Embrapa. “Vi lágrimas de cientistas que, mesmo em momentos difíceis, nunca desistiram. São lágrimas de amor e dedicação, que traduzem o compromisso de cada trabalhador da Embrapa com o futuro do País”, finalizou.
Pilar do futuro
A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, comentou sobre o papel estratégico do Cenargen na conservação de recursos genéticos e na biotecnologia aplicada à agricultura tropical.
“Vivemos um período de grandes transformações: mudanças climáticas, transições nutricionais e novas demandas por alimentos seguros e rastreáveis. A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia é vital porque guarda e multiplica o patrimônio genético do Brasil, mas também porque projeta o futuro com inovação em biotecnologia e sustentabilidade”, afirmou.
Silvia reforçou que a Unidade tem potencial para se tornar referência não apenas no Brasil, mas no cenário global. “Estamos diante de um contexto em que a sociedade exige soluções rápidas e responsáveis. A pesquisa desenvolvida pelo Cenargen não é apenas estratégica para o País; é fundamental para o mundo. A Unidade tem capacidade de transformar biodiversidade em conhecimento, e conhecimento em inovação sustentável, apoiando tanto a agricultura empresarial quanto os agricultores familiares e povos tradicionais”, frisou.
A presidente também ressaltou a necessidade de ampliar a cooperação entre Centros de Pesquisa da Embrapa e com instituições internacionais. “Os desafios que enfrentamos não podem ser resolvidos isoladamente. Precisamos fortalecer redes de pesquisa, compartilhar dados, tecnologias e resultados. Essa é a chave para mostrar ao mundo que a agricultura tropical brasileira é sustentável, competitiva e socialmente responsável”, completou.
Conheça os novos gestores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia:
Ricardo Alamino Figueiredo é pesquisador da Embrapa desde 2005. Foi assessor da Presidência da Empresa de 2006 a 2008 e, desde 2009, é pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. Médico-veterinário formado pela Universidade Estadual de Londrina (1987), é mestre em Farmacologia (1996), doutor em Medicina Veterinária pela UNESP (2002), além de cientista visitante no Departamento de Ciências Animais e de Alimentos da Universidade do Kentucky (Lexington-KY, EUA), na área de Pecuária de Precisão aplicada à Produção e Reprodução Animal, de 2018 a 2019. Atuou como professor de Fisiologia Veterinária e Humana na Universidade de Marília entre 1990 e 2005. Também foi presidente do Comitê Gestor da Fazenda Sucupira (2012–2015), membro titular do Conselho Superior da FAP-DF e presidente da APEG-DF (2015–2018).
João Henrique Moreira Viana é pesquisador da Embrapa desde 2001. Graduado em Medicina Veterinária (UFV, 1992), mestre em Zootecnia (UFV, 1995) e doutor em Ciência Animal (UFMG, 2002), realizou pós-doutorado como cientista visitante no Manchester Institute of Biotechnology, na Inglaterra (2016). Atua como orientador nos programas de Pós-Graduação em Biologia Animal da UnB e em Reprodução, Sanidade e Bem-Estar Animal da Unifenas, além de ser consultor ad hoc do CNPq e da Capes. Tem experiência em liderança e cooperação científica internacional, tendo integrado o Health and Safety Advisory Committee e a IETS Foundation. Atualmente, é membro do Board of Governors da IETS, vice-coordenador da Rede Brasileira de Reprodução Animal (ReBran) e vice-líder do Projeto CNPq INCT em Reprodução Animal.
Sílvia Satiko Onoyama Mori é pesquisadora da Embrapa desde 2007, com formação em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal de Viçosa (2002) e graduação sanduíche pela Rutgers University (1999–2000). Possui especialização em Marketing pela Fundação Dom Cabral (2004), mestrado em Administração pela Universidade Federal de Minas Gerais (2006) e doutorado em Administração pela Universidade de Brasília (2018). Atua na interface entre gestão, inovação e agronegócio, com experiência em cooperação internacional, desenvolvimento de novos produtos, gestão estratégica, prospecção tecnológica e mercadologia. No Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, coordenou programas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) e liderou o Ater Digital, voltado ao uso de ferramentas digitais para ampliar o alcance e a eficiência das ações no campo.
Leonardo Nunes Fonseca é analista da Embrapa desde 2008, com graduação em Ciências Biológicas (bacharelado e licenciatura) pela Universidade Federal de Uberlândia e mestrado em Ciências Genômicas e Biotecnologia pela Universidade Católica de Brasília, com foco em diagnóstico molecular, clonagem e sequenciamento de Potivirus. Possui experiência acadêmica como professor adjunto na Universidade Vale do Rio Doce (MG), no Centro Universitário de Desenvolvimento do Centro-Oeste (GO), na União Educacional do Planalto Central (DF) e no Colégio Ceub (DF), atuando nas áreas de genética, biologia molecular, biotecnologia e citogenética ambiental. Na Embrapa, trabalhou com genotipagem por marcadores SSR, foi responsável pelo Laboratório de Interação Planta–Praga 3, supervisor do Setor de Gestão de Laboratórios e membro do Escritório de Projetos. Atualmente, é supervisor do Escritório de Projetos da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia.