Pesquisador Ricardo Alamino é o novo Chefia Geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
Pesquisador Ricardo Alamino é o novo Chefia Geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
O pesquisador Ricardo Alamino Figueiredo tomou posse na sexta-feira (1º) como chefe-geral da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF). Junto com Alamino, assumem os chefes-adjuntos: João Henrique Moreira Viana (Pesquisa e Desenvolvimento), Sílvia Onoyama Mori (Transferência de Tecnologia) e Leonardo Nunes Fonseca (Administração).
Ampliar a articulação com outras Unidades Descentralizadas da Embrapa, com o setor produtivo, com instituições públicas e privadas e com o governo é uma das prioridades da nova gestão. Para Alamino, essa é uma das chaves para potencializar a entrega de resultados pela Unidade. "Precisamos sair com a pastinha na mão, conversar com parceiros, mostrar o que temos e perguntar: você quer caminhar com a gente neste desenvolvimento?", afirma.
Segundo ele, uma das primeiras iniciativas será a intensificação da articulação com outras Unidades Descentralizadas. A ideia é formar redes de cooperação para acelerar o avanço tecnológico dos ativos desenvolvidos que se encontram em TRL 3 e 4. Queremos construir pontes com Unidades que possam ajudar a desenvolver, testar e aplicar esses produtos e soluções no campo", explica.
A nova gestão também pretende ampliar o relacionamento com o setor produtivo, fundações de apoio à pesquisa e outras instituições. O foco é apresentar as capacidades da Unidade, identificar demandas reais e buscar parcerias que contribuam com recursos e com a viabilização de soluções tecnológicas. "Precisamos sair para conversar, ouvir o que os parceiros querem, o que a sociedade precisa, e apresentar o que a Unidade pode oferecer. Essa troca é fundamental para que nossa pesquisa tenha impacto e propósito", afirma.
Outro ponto destacado pela nova chefia é a importância de fortalecer a relação com o poder público. Está em estudo a criação de uma assessoria parlamentar na Unidade, voltada à articulação com o Congresso Nacional, com o Legislativo do Distrito Federal e com ministérios, sempre em alinhamento com a assessoria parlamentar da sede. "Precisamos diversificar, buscar editais, propor chamadas e dialogar com quem define as políticas públicas de fomento à ciência", reforça.
A ideia é atuar de forma proativa na formulação de projetos e propostas alinhadas tanto às prioridades da Unidade quanto às agendas dos agentes públicos e privados de financiamento.
Participação, modernização e governança
Internamente, a nova gestão tem como prioridade a reestruturação do Comitê Estratégico Institucional (CEI), um colegiado formado por empregados que tem como papel subsidiar a estratégia da Unidade. “Pensamos num modelo mais participativo, em que representantes eleitos tragam sugestões estratégicas vindas das bases, discutindo de forma sistematizada os rumos da Unidade”, explica Alamino.
Na área administrativa, a meta é simplificar e informatizar os fluxos internos. Um novo Comitê de Melhoria de Processos, Informatização e Inteligência Artificial será criado com esse propósito. “Queremos mapear todos os processos, entender os fluxos, enxugar o que for possível e, depois, informatizar. A ideia é termos um sistema simples que mostra onde está cada solicitação. Isso dá transparência e eficiência.”
Marcos Esteves (4505/14/45v/DF)
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
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